Qual o melhor vinho para o coração seco ou suave

Muito se fala que o vinho é bom para o coração, mas quanto? E qual a melhor opção?

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Existem muitas controvérsias quando o assunto é sobre qual vinho é melhor para saúde, e mais do que isso, se o vinho de fato tem características que podem beneficiar a vitalidade, energia e bem-estar do corpo humano.

  1. Melhora a saúde do coração
  2. Diminuição da pressão arterial
  3. Aumenta os níveis de colesterol bom
  4. Combate os danos dos radicais livres
  5. Melhora a qualidade do sono
  6. Minimiza o risco de diabetes
  7. Previne Alzheimer e demência
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O vinho tinto seco é rico em antioxidantes e flavonoides, presentes nas uvas roxas e em outras frutas vermelhas também. Por ter maior concentração de polifenóis, é o mais indicado para quem deseja melhorar a saúde cardiovascular.

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Os efeitos são tantos.

● Combate os efeitos dos radicais livres, driblando o envelhecimento e o desenvolvimento de doenças degenerativas e crônicas;

● Garante melhor qualidade de sono, por conta da presença do hormônio melatonina na bebida;

● Ameniza os riscos de diabetes, ao atrasar a absorção de glicose e consequentemente prevenir o aumento dos níveis de açúcar no sangue;

● Previne doenças do sistema nervoso, como o Alzheimer;

● Ajuda a emagrecer, graças a substâncias que retardam o crescimento de células de gordura.

O vinho tinto beneficia o coração porque ele age nos fatores que dão causa aos problemas vasculares, como entupimento de veias e artérias em função do mau colesterol, inflamações, diminuição da pressão arterial e coagulação do sangue. Todos esses ganhos ocorrem devido à bem-sucedida mistura de álcool e polifenóis presentes no vinho tinto.

Segue algumas dicas:

  • Vinho tinto

  • Vinho seco e com pouco açúcar residual

  • Vinhos com baixa graduação alcoólica (menos de 13%)

  • Uvas Tannat ou Tempranillo

  • Vinhos de Bordeaux, Rioja, Uruguai ou Brasil

  • Vinhos biodinâmicos, orgânicos e naturais.

O Cabernet Sauvignon do Chile, por ser cultivado em grande altitude, é o melhor, o mais rico em antioxidantes. Outros vinhos benéficos são Pinot Noir e Shiraz. Os italianos, surpreendentemente, têm concentração média de antioxidantes, e o Zinfandel tinto da Califórnia está entre os de concentração mais baixa. Em geral, vinhos mais jovens e baratos com tampa de rosca tendem a ser os melhores para o coração.

Os vinhos brasileiros foram analisados por pesquisadores e foi encontrado uma quantidade média de 2,57 mg/L nos 36 rótulos estudados. Algumas opções chegaram a 5,75 mg/L, o mesmo nível dos rótulos franceses, considerados referência neste quesito.

@RaviMata você poderia nos ajudar com sua experiência sobre este tópico?

Claro! Com base na minha experiência, posso dizer que embora a escolha do vinho para o coração possa variar de acordo com as preferências pessoais, existem algumas diretrizes gerais a serem consideradas.

Primeiramente, é importante escolher um vinho tinto em vez de um vinho branco ou rosé. Isso ocorre porque os taninos presentes no vinho tinto, especialmente aqueles provenientes da casca da uva, oferecem benefícios cardiovasculares, como a redução do mau colesterol e a prevenção de coágulos sanguíneos.

Em relação ao nível de doçura, é recomendado optar por vinhos secos em vez de vinhos suaves. Os vinhos secos contêm menos açúcar residual, o que contribui para um menor impacto nos níveis de açúcar no sangue.

Além disso, é aconselhável escolher vinhos com menor teor alcoólico, geralmente abaixo de 13%. O consumo moderado de álcool, como uma taça de vinho por dia para mulheres e até duas taças para homens, tem sido associado a benefícios para a saúde cardiovascular.

Quanto às variedades de uva, algumas opções recomendadas são a Tannat, conhecida por sua alta concentração de antioxidantes, e a Tempranillo, que também apresenta benefícios para o coração. No entanto, é importante ressaltar que a qualidade do vinho, independentemente da uva, é determinada por vários fatores, como o terroir, o processo de vinificação e a habilidade do produtor.

Em relação às regiões produtoras, vinhos de Bordeaux, Rioja e algumas regiões do Uruguai e do Brasil têm se destacado pela qualidade e características benéficas para o coração.

Por fim, é interessante considerar vinhos biodinâmicos, orgânicos e naturais, que são produzidos com métodos mais sustentáveis e podem apresentar níveis mais elevados de antioxidantes e compostos benéficos à saúde.

Lembrando sempre que o consumo de vinho deve ser moderado e inserido em um estilo de vida saudável, que inclua uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos.